domingo, 29 de outubro de 2017

COMUNICADO - CASO BAIRRO SÃO BATISTA (PERUIBE/SP).





Desinformação Global na era da INFORMAÇÃO!



Após 10 dias de exaustivas pesquisas, tudo indica que teremos nosso trabalho omitido por uma emissora de televisão.

A pedido expresso da mesma, demos exclusividade sobre nossa pesquisa de campo, testemunhas, atendendo a tudo que nos foi solicitado. Percorremos a cidade de Peruíbe inteira apresentando, dentro dos mais de 300 casos que a cidade oferece, os casos de OVNI mas importantes.

Desrespeitando o discernimento dos telespectadores, tudo indica que presunçosamente centrará as conclusões do recente caso do Bairro São Batista pelo lado cético, através APENAS uma pesquisadora da Unicamp, visando diminuir deliberadamente o assunto que repercutiu em mais de 30 mídias impressas. Apenas uma dessas mídias, obteve mais de 500 mil visualizações, inclusive mídia internacional. Ao que nos chegou ao conhecimento, o caso São João Batista deverá ser exibido em um quadro denominado DETETIVE VIRTUAL.

Nada mais conveniente para os céticos tratar um assunto complexo de maneira simplificada, omitindo e evitando fatos estatísticos e climatológicos e descartando fatos para propositadamente dirigir o grande público para uma falsa conclusão. Tomara que o temor expresso nesse texto não se concretize, mas nos sentimos na obrigação a vir a público antecipadamente, dada a gravidade do que chegou ao nosso conhecimento.

 Equipe de Investigadores

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Vem ai o XX EGEUS...


Realização: MGU/NEUS

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Cientistas acabaram de descobrir o lugar perfeito para construir uma colônia subterrânea na Lua.

Por anos, cientistas se perguntaram se as características escuras de crateras na superfície lunar poderiam ser entradas para cavernas gigantes esculpidas há muito tempo por lava. Pesquisadores do Japão e dos Estados Unidos agora descobriram novas evidências para provar que essas características de fato existem, o que é uma boa notícia para futuros colonizadores lunares procurando por um lugar conveniente e seguro para morar.

A nova pesquisa, publicada na Geophysical Research Letters, mostra que vários buracos localizados próximos à região da Colina Marius, na Lua, são grandes tubos de lava abertos e que essas cavernas antigas têm o potencial de oferecer, nas palavras dos pesquisadores, um “ambiente primitivo para a condução de examinação científica da composição da Lua e potencialmente servir como abrigos seguros para humanos e instrumentos”. A equipe, que incluiu cientistas da NASA e da agência espacial japonesa, a JAXA, combinou dados de radar e gravidade para fazer a descoberta.

Sem dúvidas, essas cavernas seriam perfeitas para aspirantes a colonos lunares. Dentro desses grandes buracos, os humanos seriam protegidos dos perigosos raios do Sol e de outras ameaças. A Lua não tem atmosfera por assim dizer, então esses abrigos “instantâneos” seriam extremamente vantajosos.

Durante anos, cientistas suspeitaram que essas características lunares eram tubos de lava — canais que ocorrem naturalmente, formados quando a lava se transforma em crosta dura. Milhões de anos atrás, quando a Lua tinha atividade vulcânica, a lava fluida esculpiu a superfície, e quando esses canais drenaram, eles frequentemente deixaram um vazio oco para trás. Pesquisas anteriores mostraram que essas cavernas, se existirem, seriam estáveis o suficiente para bases lunares subterrâneas.

Os cientistas da JAXA analisaram dados de radar da espaçonave SELENE, que foi projetada para estudar as origens da Lua e sua história geológica. Como esse novo estudo mostra, esse instrumento é bom também para detectar tubos de lava lunares, pegando dados de radar da superfície lunar. Ao salpicar as entradas dessas cavernas suspeitas com luzes de radar, os cientistas conseguiram detectar um padrão de eco distintivo, em que uma diminuição na força do eco era seguida por um segundo pico de eco grande. Esse padrão foi a evidência final de que estavam diante da presença de um solo e um teto de um tubo de lava. Por achararem vários padrões de eco parecidos em locais próximos, pode haver mais do que um tubo de lava.

E acontece que essa área corresponde a locais em que a NASA, por meio de sua missão GRAIL, foi capaz de identificar déficits de massa — ou seja, locais na superfície lunar em que a massa parece estar reduzida ou desaparecida, o que o GRAIL detecta como gravidade levemente menor.

Combinando os dados das missões SELENE e GRAIL, a equipe conseguiu não apenas provar a presença do buraco de lava, mas também a profundidade e a altura da cavidade. E ela é grande, estendendo-se por vários quilômetros em comprimento e pelo menos um quilômetro em altura e largura.

E assim, de repente, a Lua parece um lugar mais acolhedor. Está na hora de a gente voltar para lá.

Fonte: Gizmodo/UOL

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

A ambiciosa e bilionária missão da Nasa que pretende 'tocar' o Sol.

Um desafio vem mobilizando cientistas da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos: atingir, pela primeira vez, a atmosfera do Sol.

A Parker Solar Probe deve custar cerca de US$ 1,5 bilhão (R$ 4,8 bilhões).

A sonda - do tamanho de um carro pequeno - vai gravitar a 6,4 milhões de km do Sol, sobrevivendo a temperaturas acima de 1,3 mil graus.

Ela vai sobrevoar Vênus sete vezes antes de entrar na órbita da estrela, em dezembro de 2024.

Espera-se que gire em torno do Sol 24 vezes, aproximando-se a cada giro.

"O Parker Solar Probe será a primeira nave espacial a fazer uma viagem profunda à atmosfera do Sol", conta Nicky Parker, uma das cientistas envolvidas no projeto.

"Vamos chegar à coroa solar, que esconde vários mistérios, intrigando cientistas por décadas e décadas. Em última análise, trata-se de uma missão que nos permitirá revelar esses mistérios."

A sonda está programada para ser lançada em julho de 2018. Ela foi batizada em homenagem ao físico Eugene Parker, que previu corretamente em 1958 a existência dos ventos solares.

Fonte: Globo.com/NASA

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Nasa abre vaga para "protetor da Terra" contra ameaça alienígena.

Para quem sempre sonhou em manter a o planeta Terra protegido de invasões alienígenas, a Nasa lançou uma boa oportunidade. A agência espacial americana abriu uma vaga de emprego de "protetor planetário". A principal função do trabalho é evitar a contaminação biológica da exploração espacial.

Na descrição da vaga, a Nasa aponta que o funcionário irá zelar para que as espaçonaves que retornam à Terra não tragam contaminação alienígena e também para evitar o risco de que os voos espaciais carreguem materiais que possam contaminar outros planetas.

Além de curiosa, a vaga tem um bom salário previsto: de até US$ 187 mil anuais, o que corresponde a mais de R$ 580 mil.

Mas nem todo mundo pode se empolgar com a oportunidade. A vaga é restrita a cidadão americanos e experiência no trabalho com programas espaciais. Também é necessário assumir o compromisso de trabalhar sob o mais alto sigilo. O prazo de inscrição vai até o dia 14 de agosto.

Fonte: Clicrbs

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Faltam poucos dias....


terça-feira, 20 de junho de 2017

'Pelo bem da humanidade', Stephen Hawking faz apelo para que homem volte à Lua.

O cientista e físico britânico Stephen Hawking convocou países a enviarem astronautas à Lua até 2020. Para ele, é preciso também construir uma base lunar nos próximos 30 anos e enviar pessoas a Marte até 2025 - tudo isso pensando "no futuro da humanidade".

As previsões de Hawking almejam principalmente reacender programas espaciais globais, forjar novas alianças e dar à humanidade uma nova "sensação de propósito".

O cientista está participando do Starmus Festival, que celebra a Ciência e as Artes e está acontecendo em Trondheim, na Noruega. Ele reforçou lá seus desejos de um novo plano de expansão espacial.

"Essa expansão para o espaço pode mudar completamente o futuro da humanidade", disse o físico britânico.

"Tenho esperanças de que isso uniria países que competem entre si em torno de uma única meta, para enfrentar o desafio comum a todos nós. Um novo e ambicioso programa espacial serviria para engajar os mais novos e estimular o interesse deles em outras áreas, como astrofísica e cosmologia."

Questionado sobre se não seria melhor gastar o dinheiro disponível tentando resolver os problemas deste planeta, em vez de investi-lo no espaço, Hawking pontuou que é importante, sim, cuidar das questões urgentes daqui - mas agregou que pensar no espaço é importante para garantir o futuro da humanidade.

"Não estou negando a importância de lutar contra o aquecimento global e as mudanças climáticas aqui, ao contrário do que fez Donald Trump, que pode ter tomado a decisão mais séria e errada sobre esse tema que o mundo poderia esperar", disse. (No início do mês, o presidente americano anunciou a saída dos EUA do Acordo de Paris, pacto climático que visa impedir o aumento das temperaturas globais).

No entanto, o cientista ressaltou que as viagens espaciais são essenciais para o futuro da humanidade, principalmente porque a Terra está sob ameaça - justamente por conta de problemas como o aquecimento global e a diminuição dos recursos naturais.

"Estamos ficando sem espaço aqui e os únicos lugares disponíveis para irmos estão em outros planetas, outros universos. É a hora de explorar outros sistemas solares. Tentar se espalhar por aí talvez seja a única estratégia que pode nos salvar de nós mesmos. Estou convencido de que os seres humanos precisam sair da Terra", afirmou o físico.

Chefe da Agência Espacial Europeia, Jan Woerner disse que prevê a construção de uma base na Lua em 2024 e está colaborando com a Rússia para enviar uma sonda e testar um possível local para isso. A China já estipulou uma meta de enviar um astronauta à Lua em breve.

Já a Nasa não tem planos de voltar à Lua por enquanto e vem focando seus esforços no plano de enviar astronautas a Marte até 2030. No entanto, se outras agências espaciais começarem a colaborar entre si para a construção de uma base lunar, seria difícil ver a Nasa de fora dessa.

Para Hawking, o ponto principal é que não há futuro a longo prazo para nossas espécies na Terra: ele acha que seríamos atingidos por um asteroide novamente ou eventualmente engolidos pelo nosso próprio Sol. Ele ainda reforça que viajar para outros planetas distantes "elevaria a humanidade".

"Sempre que demos um novo salto, por exemplo a ida à Lua, unimos os povos e as nações, inauguramos novas descobertas e novas tecnologias", afirmou.

"Deixar a Terra exige uma movimentação global, todos devem estar juntos nisso. Precisamos fazer renascer a empolgação dos primórdios das viagens espaciais, na década de 1960."

Para ele, a colonização de outros planetas já não é mais tema de ficção científica. "Se a humanidade quiser continuar (a viver) por mais milhões de anos, nosso futuro residirá na ousadia de ir onde ninguém mais ousou ir. Espero que seja para o melhor. Nós não temos outra opção."

Fonte: Globo.com